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4 dicas para melhorar a gestão fiscal da sua empresa

Responda rapidamente às seguintes perguntas:

  • Sua empresa realmente está adotando o melhor regime tributário no momento?
  • Conta com um sistema de controle interno eficiente na área fiscal?
  • Está recolhendo e compensando tributos sem levar prejuízo no processo?
  • E as obrigações acessórias, estão sendo cumpridas?
  • Você consegue planejar os próximos 4 anos da sua empresa, em uma perspectiva fiscal e contábil?

Bom, caso a resposta seja para a maioria das perguntas seja NÃO, está na hora de rever a sua gestão fiscal! 

Existem muitos motivos que tem levado os gestores a se preocuparem mais com a gestão fiscal da empresa. Além de conseguirem informações mais precisas para definirem os seus planejamentos e as suas metas, é por meio da gestão fiscal que o empreendedor pode ter certeza de que a empresa está em uma situação regular com o Fisco, além, é claro, de otimizar o recolhimento de tributos, fazendo um pagamento dinâmico e na medida. Neste post, vamos fornecer 4 dicas valiosas para que você aprimore ainda mais a gestão fiscal da sua empresa. Confira!

1. Automatização

Na era digital, nossa primeira dica não poderia ser diferente. A automatização dos processos fiscais internos é fundamental para que a empresa se mantenha competitiva em um mercado cada vez mais dinâmico. É por meio de sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning), por exemplo, que a gestão tributária da empresa pode ser feita de forma integrada, junto aos sistemas de todos os fiscos. Assim, o monitoramento da gestão fiscal passa a ser mais eficiente, com um grau maior de controle, e com informações mais precisas.

2. Planejamento fiscal

Se a automatização é um processo relativamente novo, o planejamento já é um velho amigo dos gestores. No entanto, infelizmente, são poucos que realizam um planejamento fiscal correto. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente cerca de 50% das empresas fecham as portas em até 3 anos por conta de um planejamento mal executado. É preciso, sim, pensar no futuro da sua empresa tendo em vista os encargos fiscais decorrentes das atividades normais do negócio, bem como criar reservas para eventuais problemas – no caso de falhas internas que comprometam, por exemplo, a entrega de alguma obrigação acessória, gerando, desta forma, uma multa.

3. Controle interno e externo

O controle interno e externo visa não só a adoção de processos e sistemas internos eficientes, como o próprio ERP, como também de uma mudança de cultura da empresa. É fundamental que todos os funcionários, supervisores e demais gestores estejam cientes da importância das minucias das suas atividades, como os cuidados no recolhimento e emissão de notas fiscais, entre outros. Além disso, no caso dos tributos não cumulativos, como O ICMS, IPI, ISS, PIS e Cofins (não cumulativos), por exemplo, é importante verificar se eles estão indicados corretamente, tanto na compra, por se tratar de um direito perante o fisco, quanto na venda, para cumprir corretamente com o pagamento. Novamente, o sistema ERP se mostra fundamental nesse processo para integrar sistemas de fornecedores, da empresa e dos fiscos, melhorando o controle.

4. Auditorias e consultorias

Auditorias e consultorias são a nossa dica final. É importante lembrarmos de que a legislação tributária e fiscal brasileira são extremamente complexas e mutáveis. Vez por outra há alguma mudança na prestação de obrigações acessórias, em alíquotas de impostos ou, até mesmo, nos regimes tributários que podem ser adotados pela empresa. Para garantir que a organização esteja adotando as melhores práticas do mercado, ela pode contratar uma empresa externa para realizar uma auditoria externa, que aponte falhas nos processos e sistemas internos, ou uma consultoria, que indique o caminho a ser seguido, ou seja, as práticas que tem sido bem aceitas pelo mercado (e as menos onerosas). 

Seguindo estas 4 dicas que apresentei, tenho certeza de que a sua empresa poderá crescer de maneira sustentável.

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