Gestão Empresarial

[E-book] Tire dúvidas sobre o Sped e suas obrigações acessórias

A burocracia é tida por muitos gestores como um dos principais entraves para a inovação, a redução de custos e o aumento da produtividade nas empresas brasileiras. Felizmente, aos poucos, a informatização e a automação dos processos começa a ganhar corpo nas rotinas administrativas e produtivas. Como consequência, as facilidades passam a ocupar espaço, atuando para melhorar este cenário. Neste sentido é que se insere o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), criado para facilitar a relação do Fisco com os contribuintes.

O programa faz parte de uma iniciativa de modernização na transmissão das obrigações acessórias dos contribuintes para as administrações tributárias das várias esferas governamentais. Entre os objetivos ― além da informatização e agilização das rotinas administrativas ― estão a integração dos fiscos, já que todo o compartilhamento de informações contábeis e fiscais são padronizadas no Sped; a uniformização das obrigações acessórias para os contribuintes, por conta da transmissão única de diferentes obrigações acessórias de diferentes órgãos fiscalizadores; e, ainda, a facilitação na identificação de ilícitos tributários. Quer dizer: o acesso às informações fica mais rápido, o que agiliza a fiscalização, o cruzamento de dados e a auditoria eletrônica.

O que está incluído no Sped e os benefícios dessa obrigatoriedade

Ao falarmos em unificação da transmissão de dados, já fica claro que o Sped reúne vários projetos de diferentes áreas, não é mesmo? Para especificar, listamos: áreas fiscal, contábil, trabalhista e previdenciária. A validade jurídica de todos esses processos é garantida por meio da certificação digital.

Justamente por conta dessa característica de unificação no envio das informações é que as vantagens são tão relevantes, tanto para usuários quanto para as instâncias do governo que recebem tudo isso, porque reunir esses dados num único envio facilita o trabalho de todos.

O único cuidado maior exigido das pessoas que estão envolvidas com essa tarefa é atentar-se para que as transmissões sejam feitas da forma correta. Então, o profissional precisa fazer o upload do arquivo correto, relacionar o plano de contas referencial e respeitar a data de entrega. Além disso, tudo o que precisa ser feito é o que desde sempre foi feito. Como a entrega é digital, sobra mais tempo para uma atuação estratégica na empresa.
Porém, se ainda assim algum item apresentar inconsistências, o próprio sistema vai recusar o recebimento das informações, o que facilita na identificação do envio de algo errado. Dessa maneira, evita-se que os profissionais se envolvam em práticas fraudulentas involuntariamente.

E mais: por ser tudo eletrônico, a empresa tem uma redução importante de gastos com o armazenamento dos documentos em papel e com os custos administrativos para gerenciar essa organização. Procedimentos de comércio exterior, regimes especiais e trânsito entre unidades da federação, que estão sujeitos ao controle da administração tributária, ficam mais simples e ágeis. Assim, a fiscalização e o controle ganham fôlego. Como o intercâmbio de informações entre as administrações tributárias fica mais fácil, esse trabalho é qualificado, impactando positivamente na otimização dos recursos públicos, tanto porque se reduzem os gastos com fiscalização quanto pela diminuição na sonegação.

Em longo prazo, segundo especialistas, isso pode refletir em uma potencial redução da carga tributária. Afinal, uma vez que a arrecadação aumenta diante do pagamento correto dos impostos, não será necessário criar tributos, reestruturar os que existem ou reeditar aqueles extintos para salvar a máquina pública de alguma crise de arrecadação.

E já que estamos falando de consequências futuras positivas e maiores do que apenas a contabilidade e a administração das rotinas empresariais, vale ressaltar uma questão de sustentabilidade que é diretamente beneficiada com essa nova obrigatoriedade: menos papéis significa menos lixo e menos impactos ambientais com a produção dessa matéria-prima.

Por fim, contribuintes também podem trocar informações, que também ganham mais qualidade e rapidez no acesso.

Como tirar as dúvidas que ainda persistem

Falamos aqui sobre o que é e como funciona o Sped, todos os benefícios e os objetivos para o desenvolvimento dessa obrigatoriedade. Mas, ainda assim, podem permanecer dúvidas entre os contribuintes. Normal. Novidades sempre exigem atenção e compreensão máxima para que a rotina permaneça segura e tranquila, não é mesmo?

É por isso que elaboramos um e-book completo, com informações sobre o que já está em vigor e também mais projetos que, aos poucos, estão sendo implantados. Além de outros que já fazem parte desse programa.

No material, você vai entender melhor o eSocial, a EFD-Reinf, a ECF, a ECD, a EFD-Contribuições, a EFD-ICMS/IPI e o Bloco K, bem como conhecer penalidades para quem não cumprir as obrigações. E se mesmo depois de consultar esse conteúdo surgir alguma dúvida, saiba que nós, aqui da Brasão Sistemas, estamos a postos para auxiliar no que for necessário. Lembrando que oferecemos o ERP Radar Empresarial, da WK Sistemas, um sistema de gestão integrada que vai facilitar o cumprimento das obrigações acessórias do Sped.

Por isso, confira o e-book, encontre as respostas que você precisa e, depois, entre em contato conosco para, juntos, trabalharmos de modo a facilitar ainda mais os processos administrativos na sua empresa:

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