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Regime misto na Reforma Tributária: como apurar impostos sem travar a operação

Compliance ERP Reforma Tributária WK Sistemas 13.04.2026 5 minutos de leitura Voltar
Entenda os desafios de calcular tributos antigos e novos ao mesmo tempo e como evitar retrabalho no setor fiscal.

 

A Reforma Tributária já começou a transformar a forma como as empresas brasileiras calculam e apuram impostos. Mas há um detalhe que muitos gestores ainda subestimam: o período de transição até 2032 será marcado pelo regime misto.

 

Isso significa que, por vários anos, as empresas precisarão conviver com dois sistemas tributários ao mesmo tempo: os tributos atuais e os novos impostos criados pela reforma.

 

Na prática, isso cria um desafio operacional enorme para áreas fiscais, contábeis e financeiras. Se o sistema da empresa não estiver preparado para essa nova realidade, o resultado pode ser retrabalho, erros de apuração e risco de autuações fiscais.

O que é o regime misto e por que ele já é uma realidade

O regime misto é o modelo de transição da Reforma Tributária em que os tributos atuais e os novos coexistem durante vários anos.

 

Nesse período, as empresas precisam calcular simultaneamente:

 

Tributos atuais (PIS, COFINS, ICMS, ISS) e os novos tributos da reforma: CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS (Imposto sobre Bens e Serviços).

 

A transição será gradual, mas as obrigações fiscais não diminuem, elas aumentam.
Isso acontece porque a empresa precisa garantir que:
  • os impostos antigos continuem sendo calculados corretamente
  • os novos tributos sejam aplicados conforme as novas regras
  • as informações fiscais estejam consistentes para envio ao fisco

 

Ou seja, a complexidade tributária não desaparece durante a transição, ela duplica.

Os riscos operacionais de manter controles paralelos no setor fiscal

Diante dessa mudança, muitas empresas ainda tentam resolver o problema com planilhas auxiliares ou controles paralelos fora do ERP. Esse tipo de improviso cria uma série de riscos operacionais.

 

Entre os principais problemas estão:

 

Retrabalho fiscal constante
Cada nota fiscal precisa ser conferida manualmente para garantir que os dois regimes estejam sendo aplicados corretamente.

 

Maior chance de erro humano
Com múltiplas planilhas e controles externos, aumenta o risco de divergências nos cálculos.

 

Inconsistência de dados
Quando a informação fiscal não está centralizada no sistema, diferentes áreas podem trabalhar com números distintos.

 

Risco de rejeição de notas fiscais
Erros na estrutura de cálculo ou na aplicação de regras tributárias podem levar à rejeição de documentos fiscais.

 

Exposição a multas e autuações
A inconsistência entre os tributos declarados e os efetivamente apurados pode gerar problemas em fiscalizações.

 

Em um cenário de transição tributária, confiar em controles paralelos pode comprometer a segurança fiscal da operação.

 

A complexidade de calcular o IVA Dual no destino da mercadoria

Um dos pilares da Reforma Tributária é a adoção do modelo de IVA Dual, formado por dois tributos: IBS e CBS. Além da coexistência com os impostos atuais, esse modelo traz uma mudança importante: a tributação passa a ocorrer no destino da operação.

 

Isso significa que o cálculo do imposto precisa considerar fatores como:
  • local de consumo do produto ou serviço
  • regras fiscais do estado ou município de destino
  • possíveis variações de alíquotas

 

Na prática, cada operação pode exigir uma lógica de cálculo mais sofisticada do que a utilizada hoje.

 

Para empresas que vendem para diferentes estados ou municípios, esse processo pode se tornar ainda mais complexo.

 

Sem um sistema preparado para essa nova lógica tributária, o setor fiscal passa a depender de processos manuais difíceis de escalar.

Domine o regime misto com a tecnologia nativa do ERP WK Radar

Diante desse novo cenário, a principal estratégia das empresas não é simplificar o sistema tributário por conta própria, mas utilizar tecnologia preparada para a transição fiscal.

 

O ERP WK Radar foi desenvolvido para lidar com a complexidade tributária brasileira dentro do próprio sistema, eliminando a necessidade de controles paralelos.

 

Com ele, é possível:
  • calcular tributos antigos e novos na mesma base de dados
  • aplicar regras fiscais diretamente na emissão das notas
  • automatizar a apuração tributária
  • reduzir o risco de inconsistências fiscais

 

Isso significa que a empresa consegue atravessar o período de regime misto sem travar a operação e sem depender de planilhas externas.

 

Enquanto muitos sistemas precisarão de adaptações emergenciais, soluções preparadas para a nova legislação permitem que o setor fiscal continue operando com segurança, rastreabilidade e eficiência.

 

Com o WK Radar, sua empresa pode calcular os dois regimes na mesma base de dados, automatizar a apuração fiscal e reduzir riscos operacionais durante todo o período da Reforma Tributária.

 

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